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Quero mudar de profissão, e agora?

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Eu sou uma pessoa de um desprendimento assustador. Sério, não sou dessas que sofrem muito por um emprego ou qualquer outra coisa, isso pode ser bom e pode ser ruim. Analisando as vantagens: não sofro por muito tempo, se alguma coisa não tá legal, eu digo tchau! A grande desvantagem é que eu vou pulando de galho em galho, não crio raiz em nada.

 

Apenas para ilustrar essa história vou contar algo que aconteceu comigo. Eu estava nos meus 19 anos, quando passei em um concurso da prefeitura para trabalhar como Auxiliar Infantil, vulgo inspetora de escola. Comecei numa escolinha pública e todos os dias voltava chorando pra casa, era muita tristeza junta, muito sofrimento que eu via e pouco podia ajudar. Em menos de 15 dias eu pedi demissão. Na cabeça das pessoas aquilo era uma loucura, porque trabalhar para a prefeitura é significado de estabilidade e blá, blá, blá… Mas eu não estava feliz, entende? Eu chorava todos os dias e sabia que nada ia mudar, por mais que eu quisesse. Conclusão: sai desse emprego e em menos de uma semana já estava trabalhando numa Software House, que era o que eu gostava e estava ganhando bem melhor. Sair do emprego foi o primeiro passo para encontrar um outro bem legal!

 

Nessa vida eu já trabalhei de muitas coisas: auxiliar administrativo, telemarketing, inspetora de escola, arte finalista, vendedora, fotógrafa, entre outras coisas malucas! Todos esses empregos eu considero como grandes experiências, mesmo que eu não queira repetir algumas delas. Atualmente eu ando meio confusa, meu último emprego “de verdade” foi no navio, como Fotógrafa. Estou no Brasil, de férias forçadas, porque não quero voltar à bordo nessa posição. Vou voltar para o navio, com certeza, mas estou trocando para Designer Gráfico, então fico por aqui esperando abrir uma vaga para que eu possa embarcar. Enquanto essa data não vem, divido meu tempo entre uma loja online que estou começando e decidi que vou me dedicar muito mais à escrita e ao meu envolvimento nas mídias sociais. Entenda que eu estou transformando o meu hobbie em uma profissão! E estou feliz demais com tudo isso, toda noite vou dormir com a cabeça fervilhando de idéias!

 

Moral da história: contei todo esse meu “histórico profissional” para dizer que não existe uma fórmula para o sucesso e nem um remédio para facilitar a mudança de emprego! Para o novo chegar, o velho tem que ir embora! Pense bastante se você está feliz na sua profissão, descubra o que você quer ser “quando crescer”. Sempre há tempo para mudanças, o importante é se sentir satisfeito! Pode ser que você troque de profissão e odeie, mas o fato de ter tentado já te faz melhor! Experiência é algo que você só adquire experimentando! E uma coisa é certeza: nada dá errado se você está feliz!

 

Só para finalizar, vou contar uma historinha: Meu pai sempre trabalhou no ramo gráfico, era gerente de uma multinacional que produzia papel e depois montou sua própria gráfica. Depois de muitos, muitos anos trabalhando nessa área, um belo dia ele decidiu que queria ter uma oficina de motos! Sim, com quase 50 anos de idade meu pai trocou sua profissão por uma outra super diferente, que ele mal conhecia, apenas gostava muito! Graças a Deus tudo deu certo, hoje ele é muito mais feliz e tranquilo vivendo no meio das motos!

 

Boa sorte e siga seu coração! Ninguém melhor que você mesmo pra saber se tá na hora de mudar!

 

Quero aproveitar para te convidar a me seguir lá no Instagram, onde eu compartilho muitas, muitas fotos de todos os lugares pelos quais eu passo! Segue lá: @giovanaquaglio ♥

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  • Lindo texto. Queria muito ter esse desprendimento tbm,arriscar mais.
    Seu texto me fez refletir sobre isso na minha vida tbm

    Bjs